Uma clínica para fazer da vida não um destino, mas um processo contínuo de criação
A clínica
Conduzo uma clínica orientada pela psicanálise, atravessada pela esquizoanálise, pela filosofia da imanência e pelas experiências sensíveis da arte e da literatura. O trabalho analítico não se dirige à adaptação da vida a modelos ideais de felicidade, produtividade ou normalidade, mas à criação de modos de existência mais vivos, singulares e capazes de potência. A análise torna-se, assim, um espaço de elaboração profunda, onde afetos, linguagem, memória, desejo e experiência podem encontrar novas formas de expressão e de presença no mundo.
Como Funciona
Encontros Semanais
A frequência regular é o alicerce do processo analítico. Os encontros semanais sustentam a continuidade necessária para a elaboração dos afetos.
Tempo de Escuta
Cada sessão tem a duração de 50 minutos. Um intervalo de tempo dedicado integralmente à investigação dos pontos onde o desejo se encontra interrompido.
Processo Individual
O trabalho contínuo permite que o que hoje aparece como impasse ganhe, aos poucos, novas formas de circulação, força e autoria.
A Clínica
Uma clínica para
sustentar a criação
Uma clínica para sustentar a criação se orienta pela escuta dos modos de existência em sua singularidade, sem reduzir a experiência a diagnósticos ou enquadramentos normativos. Entre a psicanálise, a esquizoanálise e a filosofia da imanência, o trabalho clínico se constitui como um espaço de atenção às forças que atravessam a vida, aos afetos que a compõem e às formas de desejo que a organizam. Sustentar a criação, aqui, implica acompanhar os processos pelos quais uma vida se constitui, se interrompe, se reinventa e encontra novas possibilidades de expressão. Trata-se de um percurso em que linguagem, corpo, memória e pensamento se entrelaçam, abrindo passagem para modos mais vivos, mais singulares e mais potentes de existir.
Não se trata de ajustar a vida a um ideal, mas de criar condições para que ela encontre sua própria forma.